Trata-se de uma jazida de areia quartzosa onde ocorre o processo de lavra a céu
aberto. A explotação e beneficiamento do insumo são dirigidos ao uso na construção civil.
O material é oriundo das coberturas sedimentares inconsolidadas que se acumularam em
amplo vale dissecado, distando aproximadamente 300 metros do córrego Cocalzinho. A
extração é feita com o uso de retroescavadeira e o transporte por meio de caminhão
basculante até a frente de beneficiamento, onde o material é submetido à lavagem,
peneiramento e estocagem.
O decapeamento superficial antecedeu a operação de extração, sendo em seguida
aberta a frente de lavra para o desmonte hidráulico, o qual permitiu a desagregação do
material por meio de jatos d’água de alta pressão. Ressalta-se que as concentrações de
areia no local se acumularam na superfície do terreno, que apresenta relevo suavemente
ondulado, tendo como fonte as rochas quartzíticas do Grupo Araxá/Canastra (indiviso)
existentes no entorno.