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ROCHAS CALCÁRIAS – GRUPO BAMBUÍ

Resumo

Considera-se que nenhum mapa geológico regional pode ser dado como
concluído até que a geologia tenha sido interpretada a partir das informações do campo,
normalmente acompanhadas por trabalhos de laboratório. Assim, é muito frequente
observar diferenças quando confrontamos mapas de pequena escala com mapas
geológicos de grande escala, onde os primeiros foram obtidos unicamente de forma
interpretativa. Neste contexto, as relações estratigráficas do Grupo Paranoá e Grupo
Bambuí na região da FERCAL, e em outras regiões do DF, tem seus limites sempre
modificados com novos estudos.

Também, em muitos locais da região norte do DF, onde ocorre a presença de
cobertura vegetal densa, não se pode observar rochas com frequência para apoiar os
trabalhos de campo. Desta forma, os mapas geológicos registram muitas informações
oriundas da interpretação fotográfica e das imagens aéreas. Nestes locais, os rios e as
cristas abertas mais elevadas são os melhores locais para encontrar afloramentos, ou
ainda em cortes de estrada que seguem o relevo movimentado, onde se exibe
excelentes exposições, às vezes de maneira contínua e com vários níveis estratigráficos.

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Quem somos?

JOSÉ MAURO MARTINI

Geólogo, formado pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos-UNISINOS/RS em 1984. Concluiu estudos de pós-graduação em nível de Mestrado em Geociências na Universidade Estadual de Campinas/UNICAMP em 1995 e de Especialização em Geologia do Quaternário no Museu Nacional/UFRJ em 2016.

Participou de inúmeros trabalhos de pesquisa e mapeamento geológico na região amazônica e Centro-Oeste, além de desenvolver estudos sobre ocupações humanas pré-históricas no entorno do rio Madeira-Rondônia.

Durante e após o curso de Especialização, aprofundou conhecimentos no campo da Geodiversidade, Patrimônio Geológico e Geoconservação, agregando informações de temas ligados à evolução da paisagem, geologia histórica e divulgação do conhecimento geológico, a partir de viagens realizadas no país e exterior.

Residindo em Brasília desde 2008, realizou inúmeros trabalhos de campo no DF e entorno, identificando sítios geológicos de relevância paisagística, acadêmica, socioambiental e histórico-cultural.